· Defender luta geral para a ESTABILIDADE NO EMPREGO e mais especificamente para os bancários de bancos privados (Resolução 158 da OIT e Projetos de Lei);
· PLR de 25% do lucro líquido dividido igualmente entre todos e sem discriminação aos lesionados;
· Luta implacável contra o assédio moral com campanhas de denúncia dos bancos e dos assediadores. Realizar visitas de forma sistemática às unidades/agências para averiguar as condições e relações de trabalho e repasse de informações;
· Pelo fim das metas de vendas;
· Não à terceirização;
· Realizar nas unidades/agências palestras sobre a importância do sindicato como instrumento de luta dos trabalhadores;
· Realizar campanha de filiação específica nos bancos privados;
· Defender os trabalhadores em todos os casos de demissões, mormente aquelas sem motivação devidamente justificada – sem justa causa;
· Criar central de atendimento ao bancário pertinente às questões trabalhistas de modo a dar resposta satisfatória e em tempo hábil ao trabalhador;
· Lutar pela isonomia de tratamento a todos os bancários, tendo como referência o que é melhor, atualmente praticado;
· Acompanhar, exigir e cobrar um atendimento decente dos planos de saúde aos bancários;
· Combater o trabalho gratuito, o assédio moral e metas abusivas;
· Exigir o devido respeito aos bancários de bancos incorporados, a exemplo do BEC;
· Lutar pela reintegração dos demitidos do BEC a partir de sua privatização/incorporação ao Bradesco;
· Realizar Congresso de Funcionários dos Bancos Privados do Ceará;
· Lutar pelo direito e organização de delegado sindical nos Bancos Privados.
BANCO DO BRASIL
- Elaboração de um novo PCCS discutido com o conjunto dos funcionários, garantindo entre outras coisas o interstício de 12% a cada três anos;
- Piso salarial do DIEESE já!
- Fim do desvio de função (lateralidade) e pagamento das substituições;
- Organizar com firmeza a luta por isonomia entre todos os funcionários, fazendo valer os melhores benefícios, o melhor nível salarial, e as conquistas históricas da categoria;
- Reposição das perdas salariais desde a database de 1994, de modo escalonado até fins de 2010;
- Jornada de 06 horas para todos os funcionários;
- Fim da co-participação na CASSI. O déficit dessa última deve ser reposto pelo Banco, que foi o autor e não pelos funcionários, que são vítimas;
- Atendimento aos sábados na CASSI, principalmente visando à demanda dos colegas do interior, além da ampliação do horário de atendimento durante a semana;
- Aumentar a dotação das agências;
- Luta contra a terceirização em todos os níveis e a substituição dos mesmos por concursados;
- Banco do Brasil como indutor do fomento/desenvolvimento nacional sustentável, agente de estatização do crédito e não repassador de erário público para sanear os ativos podres da banca privada;
- Reativar a luta pela equiparação ao BACEN;
- Aumento da dotação das agências.
CAIXA ECONÔMICA
PCS (Plano de Cargos e Salários)
- não aceitação da postura discriminatória da Caixa – que exige, inclusive, a renúncia de direitos – em relação aos empregados que não querem mudar de plano no Fundo de Pensão (Reg/Replan);
- rediscutir a recomposição salarial;
- na questão dos deltas por “merecimento”, por compreendemos constituir-se um critério meramente competitivo entre os empregados, exigir a não aceitação de uma proposta que deixa 20% dos empregados sem delta.
Novo PCC (Plano de Cargos e Comissão)
- exigir, como premissa básica, o direito à jornada de 6 horas para todas as funções, sem redução de salário:
- exigir o fim do Adicional de Mercado e garantir a incorporação integral da função nos benefícios.
Funcef/Prevhab
- exigir o direito de retorno para o Reg/Replan.
Plano de Saúde Caixa
- exigir o pagamento integral dos custos do Plano Saúde Caixa, destinando um valor ilimitado de recursos.
Assédio Moral e Condições de Trabalho
- exigir o fim da política de metas e o aumento da contratação de mais empregados, aquisição de equipamentos e abertura de mais unidades com amplos espaços para atendimento aos clientes.
Jornada de trabalho
- exigir jornada de trabalho de 6 horas para todos, sem redução de salários e direitos;
- avançar na discussão da jornada de 5 horas, com criação de dois turnos de atendimento ao público.
Isonomia e Organização do Movimento
- reivindicar um índice que contemple as perdas salarias desde a criação do Plano Real; desde junho de 1994;
- desvincular a PLR da campanha salarial de setembro remetendo este assunto para negociação própria em momento posterior.
BANCO DO NORDESTE- Negociar diretamente com o Governo Federal para romper a barreira do DEST;
- Pelo pagamento da integral da PLR sem limitador de 9% do DEST;
- PLANO DE FUNÇÕES: lutar pela jornada de 06 horas para os comissionados - conquista histórica da categoria bancária. Equiparação das comissões das agências com a Direção Geral. Amplo debate e divulgação da minuta por meio impresso;
- PLANO DE CARGOS E REMUNERAÇÃO: valor inicial do cargo igual ao salário mínimo do DIEESE no valor de R$2.074,00. Manutenção do interstício em 4%. Não a redução de direitos;
- Restabelecimento da LICENÇA-PREMIO para TODOS OS FUNCIONÁRIOS com pagamento de 100% do passivo desde a retirada do benefício;
- Combate permanente às práticas caracterizadas como assédio moral e ao trabalho gratuito no BNB - não ao banco de horas (pagamento integral das horas-extras);
- Defender que a Comissão Nacional seja democrática, plural e transparente - desatrelada da direção do banco e do governo - que proceda de forma autêntica, com autonomia e independência e com respeito a todos os segmentos atuantes no BNB;
-Eleição de delegados para o Congresso dos Funcionários do BNB em assembléia pública e não por meio de telefone como foi feito nos últimos 03 congressos.
- Cobrar do BNB uma política permanente de concurso para suprir a necessidade de pessoal, inclusive já para o ano em curso;
- Redução urgente da contribuição dos aposentados da Capef - trabalha-se com a possibilidade de contribuição em torno de 10%;
- Implantação urgente do plano de previdência - Capef - para os novos funcionários e para os “descapefados” que desejarem retornar;
- Fortalecer a luta pela democratização das gestões da Capef e da Camed através de fóruns com participação dos associados, bem como pelo fortalecimento das mesmas;
- Fortalecer a luta pela reintegração dos demitidos no governo FHC – Gestão Byron Queiroz – 2005 a fevereiro de 2003;
- Sistema transparente em todos os processos do banco, a exemplo de concorrências, comissionamentos, remoções, treinamentos, etc
- Cobrar uma política urgente para os casos de aposentados pelo INSS que são obrigados a permanecer no banco em decorrência dos baixos benefícios da Capef, bem como pela altíssima contribuição a esta (25%).
LUTA INSTITUICIONAL
- Fortalecer a luta pelo aumento do capital social do BNB
- Fortalecer a luta pela aplicação de 50% dos recursos do FNE na região do semi-árido
- Não a incorporação dos bancos regionais ou estaduais por qualquer instituição financeira
- Fortalecer a luta pelo aumento da capilaridade do banco – mais agências
- Fortalecer a luta pelo restabelecimento do cargo de Diretor representante dos funcionários na Diretoria do Banco




