sábado, 27 de junho de 2009

Síntese de algumas de nossas propostas por Banco.

BANCOS PRIVADOS

· Defender luta geral para a ESTABILIDADE NO EMPREGO e mais especificamente para os bancários de bancos privados (Resolução 158 da OIT e Projetos de Lei);

· PLR de 25% do lucro líquido dividido igualmente entre todos e sem discriminação aos lesionados;

· Luta implacável contra o assédio moral com campanhas de denúncia dos bancos e dos assediadores. Realizar visitas de forma sistemática às unidades/agências para averiguar as condições e relações de trabalho e repasse de informações;

· Pelo fim das metas de vendas;

· Não à terceirização;

· Realizar nas unidades/agências palestras sobre a importância do sindicato como instrumento de luta dos trabalhadores;

· Realizar campanha de filiação específica nos bancos privados;

· Defender os trabalhadores em todos os casos de demissões, mormente aquelas sem motivação devidamente justificada – sem justa causa;

· Criar central de atendimento ao bancário pertinente às questões trabalhistas de modo a dar resposta satisfatória e em tempo hábil ao trabalhador;

· Lutar pela isonomia de tratamento a todos os bancários, tendo como referência o que é melhor, atualmente praticado;

· Acompanhar, exigir e cobrar um atendimento decente dos planos de saúde aos bancários;

· Combater o trabalho gratuito, o assédio moral e metas abusivas;

· Exigir o devido respeito aos bancários de bancos incorporados, a exemplo do BEC;

· Lutar pela reintegração dos demitidos do BEC a partir de sua privatização/incorporação ao Bradesco;

· Realizar Congresso de Funcionários dos Bancos Privados do Ceará;

· Lutar pelo direito e organização de delegado sindical nos Bancos Privados.


BANCO DO BRASIL

- Elaboração de um novo PCCS discutido com o conjunto dos funcionários, garantindo entre outras coisas o interstício de 12% a cada três anos;

- Piso salarial do DIEESE já!

- Fim do desvio de função (lateralidade) e pagamento das substituições;

- Organizar com firmeza a luta por isonomia entre todos os funcionários, fazendo valer os melhores benefícios, o melhor nível salarial, e as conquistas históricas da categoria;

- Reposição das perdas salariais desde a database de 1994, de modo escalonado até fins de 2010;

- Jornada de 06 horas para todos os funcionários;

- Fim da co-participação na CASSI. O déficit dessa última deve ser reposto pelo Banco, que foi o autor e não pelos funcionários, que são vítimas;

- Atendimento aos sábados na CASSI, principalmente visando à demanda dos colegas do interior, além da ampliação do horário de atendimento durante a semana;

- Aumentar a dotação das agências;

- Luta contra a terceirização em todos os níveis e a substituição dos mesmos por concursados;

- Banco do Brasil como indutor do fomento/desenvolvimento nacional sustentável, agente de estatização do crédito e não repassador de erário público para sanear os ativos podres da banca privada;

- Reativar a luta pela equiparação ao BACEN;

- Aumento da dotação das agências.


CAIXA ECONÔMICA

PCS (Plano de Cargos e Salários)

- não aceitação da postura discriminatória da Caixa – que exige, inclusive, a renúncia de direitos – em relação aos empregados que não querem mudar de plano no Fundo de Pensão (Reg/Replan);

- rediscutir a recomposição salarial;

- na questão dos deltas por “merecimento”, por compreendemos constituir-se um critério meramente competitivo entre os empregados, exigir a não aceitação de uma proposta que deixa 20% dos empregados sem delta.

Novo PCC (Plano de Cargos e Comissão)

- exigir, como premissa básica, o direito à jornada de 6 horas para todas as funções, sem redução de salário:

- exigir o fim do Adicional de Mercado e garantir a incorporação integral da função nos benefícios.

Funcef/Prevhab

- exigir o direito de retorno para o Reg/Replan.

Plano de Saúde Caixa

- exigir o pagamento integral dos custos do Plano Saúde Caixa, destinando um valor ilimitado de recursos.

Assédio Moral e Condições de Trabalho

- exigir o fim da política de metas e o aumento da contratação de mais empregados, aquisição de equipamentos e abertura de mais unidades com amplos espaços para atendimento aos clientes.

Jornada de trabalho

- exigir jornada de trabalho de 6 horas para todos, sem redução de salários e direitos;

- avançar na discussão da jornada de 5 horas, com criação de dois turnos de atendimento ao público.

Isonomia e Organização do Movimento

- reivindicar um índice que contemple as perdas salarias desde a criação do Plano Real; desde junho de 1994;

- desvincular a PLR da campanha salarial de setembro remetendo este assunto para negociação própria em momento posterior.

BANCO DO NORDESTE

- Negociar diretamente com o Governo Federal para romper a barreira do DEST;

- Pelo pagamento da integral da PLR sem limitador de 9% do DEST;

- PLANO DE FUNÇÕES: lutar pela jornada de 06 horas para os comissionados - conquista histórica da categoria bancária. Equiparação das comissões das agências com a Direção Geral. Amplo debate e divulgação da minuta por meio impresso;

- PLANO DE CARGOS E REMUNERAÇÃO: valor inicial do cargo igual ao salário mínimo do DIEESE no valor de R$2.074,00. Manutenção do interstício em 4%. Não a redução de direitos;

- Restabelecimento da LICENÇA-PREMIO para TODOS OS FUNCIONÁRIOS com pagamento de 100% do passivo desde a retirada do benefício;

- Combate permanente às práticas caracterizadas como assédio moral e ao trabalho gratuito no BNB - não ao banco de horas (pagamento integral das horas-extras);

- Defender que a Comissão Nacional seja democrática, plural e transparente - desatrelada da direção do banco e do governo - que proceda de forma autêntica, com autonomia e independência e com respeito a todos os segmentos atuantes no BNB;

-Eleição de delegados para o Congresso dos Funcionários do BNB em assembléia pública e não por meio de telefone como foi feito nos últimos 03 congressos.

- Cobrar do BNB uma política permanente de concurso para suprir a necessidade de pessoal, inclusive já para o ano em curso;

- Redução urgente da contribuição dos aposentados da Capef - trabalha-se com a possibilidade de contribuição em torno de 10%;
- Implantação urgente do plano de previdência - Capef - para os novos funcionários e para os “descapefados” que desejarem retornar;

- Fortalecer a luta pela democratização das gestões da Capef e da Camed através de fóruns com participação dos associados, bem como pelo fortalecimento das mesmas;

- Fortalecer a luta pela reintegração dos demitidos no governo FHC – Gestão Byron Queiroz – 2005 a fevereiro de 2003;

- Sistema transparente em todos os processos do banco, a exemplo de concorrências, comissionamentos, remoções, treinamentos, etc
- Cobrar uma política urgente para os casos de aposentados pelo INSS que são obrigados a permanecer no banco em decorrência dos baixos benefícios da Capef, bem como pela altíssima contribuição a esta (25%).

LUTA INSTITUICIONAL

- Fortalecer a luta pelo aumento do capital social do BNB

- Fortalecer a luta pela aplicação de 50% dos recursos do FNE na região do semi-árido

- Não a incorporação dos bancos regionais ou estaduais por qualquer instituição financeira
- Fortalecer a luta pelo aumento da capilaridade do banco – mais agências
- Fortalecer a luta pelo restabelecimento do cargo de Diretor representante dos funcionários na Diretoria do Banco


domingo, 21 de junho de 2009

Veja os integrantes da CHAPA 2


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Vem conosco: Sábado 27 de junho!

PARTICIPE DA PLENÁRIA
BOCA-DE-URNA RUMO À VITÓRIA!
SÁBADO DIA 27 de junho
Horário: 16h

Local: Sindicato dos Trabalhadores da Construção Civil
Endereço: Rua Agapito dos Santos, 480.
Ponto de referência: nas proximidades do DNOCs.
Dúvidas: Ligue para 87420500 (Ailton) ou
88943307 (Henrique)

quarta-feira, 17 de junho de 2009

BLOG DO ELIOMAR: Eleição do Sindicato dos Bancários terá chapa de oposição

O Sindicato dos Bancários no Ceará vai ter duas chapas concorrendo à direção, após 21 anos consecutivos de um único grupo disputando o comando de uma das categorias mais influentes do Estado. A última vez em que isso ocorreu foi em 1988, quando um grupo composto por diversas correntes ligadas à CUT - principalmente do PT - venceu um grupo do PCdoB. As próximas eleições acontecem nos dias 29 e 30 de junho e 1º de julho.

Leia mais...

Escândalo: Comissionamentos suspeitos de sindicalistas expõem relações perigosas

No dia 16 de janeiro de 2009, o secretário-geral e coordenador da comissão de negociação da CONTRAF-CUT, Marcel Juviano Barros, foi comissionado pelo BB, passando de caixa executivo para uma comissão equivalente a AP 6, o que significa receber um salário de R$ 7.600,00. No último mês, a diretora do sindicato dos bancários de São Paulo, Ana Paula Domeniconi, também teve a mesma ascensão meteórica na carreira, passando de caixa executivo a assessora sênior da Diretoria de Mercados e Capitais (DIMEC), com o mesmo salário de R$ 7.600,00. Marcel e Ana Paula são representantes dos funcionários do BB na mesa de negociação.
Esse fato é grave e deve ser explicado. O comissionamento que não leva em conta nenhum parâmetro pré-estabelecido. Marcel foi comissionado sem sequer trabalhar e Ana logo no primeiro dia em que voltou para a base. Ambos estão novamente liberados do trabalho para atividade sindical.
No entanto, ao atingir membros da comissão de negociação dos funcionários, expõem uma situação mais que inaceitável. Rompe com a independência dos negociadores, afinal os mesmos praticam uma verdadeira troca de favores e esta é sua expressão máxima. Explica-se porque durante o congresso dos funcionários, a Contraf-CUT foi contra a reposição das perdas salariais, a volta do antigo PCS e o fim da co-participação na CASSI.
Comissionamentos assim, de nada ajudam na construção de um Banco do Brasil público, envolvido no desenvolvimento do povo brasileiro, responsável socialmente e democrático. Pelo contrário, incentiva o já famigerado processo de camarilhas e processos injustos de comissionamentos.
Veja quem são eles
A comissão de empresa, da qual Marcel e Ana Paula fazem parte, é a responsável por negociar com o BB as matérias de interesse do funcionalismo.
Ana Paula é diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo e Marcel é secretário-geral da Contraf-CUT. Ambos são liberados do trabalho, por exercerem funções no movimento.
Seus cargos deveriam estar a serviço da categoria. No entanto, utilizaram seus postos para constantemente defenderem o Banco. Foi assim no plebiscito da CASSI e, principalmente, durante as campanhas salariais.
Parece que tiveram o reconhecimento merecido por parte do patrão. Reconhecimento que mancha para sempre suas atividades no sindicalismo.

Saída imediata dos envolvidos
da Comissão de Negociação

Não podemos aceitar que as pessoas que negociam o nosso salário estejam devendo favores para o banco. Por isso temos que exigir a destituição imediata de Marcel e Ana Paula da comissão de empresa e uma investigação feita pelo próprio movimento sobre a questão. A nova comissão de empresa deve ter os seus membros eleitos em assembléias dos funcionários.

segunda-feira, 8 de junho de 2009

Caixa consegue piorar proposta e ainda quer descontar dias de greve dos profissionais

Em nova negociação com a Caixa Econômica Federal, ocorrida nesta quarta-feira, dia 3, o banco apresentou uma proposta pior do que a anterior e frustrou mais uma vez as expectativas dos empregados da carreira profissional. Os arquitetos, advogados, engenheiros e demais profissionais estão em greve há mais de 01 (um) mês.
A nova proposta é pior do que a apresentada na negociação ocorrida na semana passada.
Veja os principais pontos:
- Tabela com salário inicial de R$ 6.199 e final de R$ 8.704.
- Mantém a migração das tabelas atuais para a nova por aproximação salarial.
- Ainda na migração, mantém as mesmas condicionantes impostas pelo banco na discussão do PCS dos bancários, realizada em 2008 (não ter ações colidentes, não estar no Reg-Replan não saldado).
- O banco retira a proposta de reenquadramento apresentada anteriormente, que garantia aos trabalhadores dois deltas por ano de Caixa. - O pagamento das diferenças retroage a primeiro de janeiro deste ano.
- O banco não abre mão do desconto dos dias parados na greve.
Nessa sexta-feira, dia 5, às 10h, acontece no Tribunal Superior do Trabalho (TST) audiência de instrução sobre o dissídio de greve ajuizado pela Caixa por conta do movimento dos profissionais. É esperado que a Caixa reveja sua postura e que possa ser resolvido o impasse na mesa de negociação.

Sobre a Licença-Prêmio do BNB

NEGOCIAÇÃO LICENÇA-PRÊMIO: UM ABUSO CONTRA NOSSA INTELIGÊNCIA

Em primeiro lugar, gostaríamos de dizer que a ação em questão diz respeito apenas à base do Ceará, só sendo válida para quem estava contemplado na ação à época e está sendo tratada no âmbito do Sindicato dos Bancários do Ceará, entidade responsável legalmente por representar aqueles que estão na ação.

A ação tramita há quase 12 anos, tendo o Banco recorrido a todas as instâncias possíveis - sem êxito - na perspectiva de não restituir o direito. Escassas as instâncias na Justiça do Trabalho, o Banco entrou este ano com Agravo de Instrumento em Recurso, ou seja, recorreu mais uma vez, dessa feita ao Supremo Tribunal Federal. Para acompanhar o andamento do processo, acesse http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100novo.resumo?num_int=596685&ano_int=2009&qtd_acesso=7953537 e http://ext02.tst.jus.br/pls/ap01/ap_red100novo.resumo?num_int=185321&ano_int=2006&qtd_acesso=3017145

A sentença da Justiça foi pela restituição do direito, ou seja, para cada 5 anos trabalhados, 3 meses de descanso e retornar de imediato o benefício para todos os que estão na ação. A possibilidade de indenização deste tempo em forma de pecúnia é uma alternativa que o Banco dispõe.

A possível proposta de pagamento de 50% não é formal ainda, conforme consta na própria matéria do Sindicato dos Bancários do Ceará (Nota intitulada “SINDICATO INSISTE E BANCO APRESENTA PROPOSTA DE ACORDO PARA LICENÇA-PRÊMIO”, do dia 02/06/2009), onde está dito que a proposta deve ser aprovada pela diretoria do Banco. Logo, não existe proposta! Sobre isso, a CHAPA 2 considera que não é adequado a postura de pensar em base para acordo sem que os envolvidos tenham pleno conhecimento do tempo de licença que cada um tem direito, que valor isso implicaria em caso de indenização etc. Além disso, deve ser assegurado a todos o direito de optar entre utilizar os dias a que tem direito ou convertê-los em pecúnia.

Mesmo se formalizada a proposta nessa base, o patamar de 50% é um desrespeito ao funcionário. A ação está ganha. Agora, é cumprir a decisão judicial, ou por acaso podemos pagar também o nosso ‘passivo’ com o Banco (CDCs, Cheque Especial, Adiantamento para Férias, etc. etc.) com 50% de desconto?

Defendemos que a pretensão de negociação não se deve atrelar à proposta do Banco, mas partir de uma proposta maximizada, no total devido, procedendo às negociações sob a ótica dos interesses dos funcionários. Ademais, é lamentável que mais uma vez a Direção do BNB se apóie sob uma situação de aflição financeira de seu corpo funcional para apresentar uma proposta com rebaixamento de direitos dessa monta: 50%!

Precisamos refletir sobre as reais intenções dessas informações divulgadas, mesmo quando nada ainda é certo, além da decisão judicial favorável. Não é de se estranhar que uma ação que vem se arrastando há mais de uma década agora volte à tona com promessas de solução rápida como está sendo no Ceará? Por que o Banco não tem a mesma “boa vontade” para as outras bases e passivos? Por que a atual gestão não apresentou proposta durante os seus 07 anos de administração?

Por fim, defendemos o restabelecimento da LICENÇA-PREMIO para TODOS OS FUNCIONÁRIOS com pagamento de 100% do passivo desde a retirada do benefício.

domingo, 7 de junho de 2009

Por um Sindicato a serviço da luta em prol de direitos e conquistas de todos bancários e bancárias!

Por um Sindicato a serviço da luta em prol de direitos e conquistas de todos bancários e bancárias!


*Ailton Claècio Lopes Dantas

Candidato a Presidente

CHAPA 02

AUTONOMIA, DEMOCRACIA E INDEPENDÊNCIA


É este o motivador que levou não apenas os 61 (sessenta e um) colegas que hoje compõem a nossa chapa, mas um conjunto de apoiadores e apoiadoras a, depois de 21 anos, apresentar uma alternativa para a direção de nosso sindicato.

Há quase DUAS DÉCADAS, a mesma coalizão política dirige o nosso sindicato. Alguns dos grupos originários que conquistaram o Sindicato em 1988 das mãos de um setor burocratizado do movimento, notadamente os setores mais críticos, foram sendo expurgados da direção do sindicato pelo atual grupo que dirige majoritariamente nosso sindicato.

E, depois de um bom tempo, paradoxalmente com a ascensão do governo Lula, o que poderia representar um avanço rumo a conquistas de diversos direitos retirados de nós por governos anteriores e o resgate de perdas históricas, a direção de nosso movimento sindical acomodou-se. Depois de difíceis anos de resistência na era FHC, acompanhamos nestes últimos anos a burocratização de setores que em períodos anteriores nos defendiam. E passaram agora para o outro lado. Fazem as vezes e a voz do patrão. Reverberam justificativas utilizadas por governos anteriores e mesmo por setores que antes todos nós combatíamos.

Os lucros dos bancos públicos têm ajudado sobremaneira na composição do superávit primário e pagamento de juros e serviços da dívida. Porém, o lucro alcançado não tem servido para corresponder ao trabalho e esforço de cada bancário (a), que continuamos com nosso poder de compra rebaixado, devido a baixos salários e planos de cargos e salários que quase estagnam por completo nossa remuneração, ao longo da vida funcional.

Além disso, com os planos de afastamento, o decorrer dos anos, e novos concursos, têm-se substituído nos bancos federais, funcionários antigos por um contingente cada vez maior de novos funcionários com menos direitos, algumas vezes, intitulados de genéricos: fazem o mesmo trabalho, em condições mais baratas para o banco, e hoje já correspondem à maioria de funcionários do BB, CEF e BNB.

Cada vez mais os bancos federais se assemelham aos bancos privados. O foco tem sido cada vez mais a venda. O assédio e as rotinas de trabalho extenuantes, o desrespeito institucionalizado à jornada de seis horas e o abuso das metas são características não mais predominantes nos bancos privados. Atingem a todos nós, bancários, seja de Banco Público ou Privado. Sendo tais práticas ainda mais comuns nas cidades do interior de nosso estado.

Há quatro anos, vimos o BEC ser privatizado, depois de muita luta e resistência de seus funcionários e de todos os bancários (as) que se solidarizaram com o movimento. Uma demonstração de que o governo Lula e sua equipe econômica estavam profundamente comprometidos com o receituário neoliberal, não bastasse já o descompromisso do tucanato (PSDB) cearense com a manutenção de um banco público para desenvolvimento de nosso estado.

Sabemos que as incorporações e vendas de bancos também vêm acompanhadas de demissões, perseguições e mais pressões, além de negações de direitos aos trabalhadores (as) bancários (as).

È o que vivemos em todo o país com a fusão Santander/Real e Itaú/Unibanco, por exemplo. Por isso, mais do que nunca, é preciso entender que a luta de qualquer colega nosso é também a nossa luta.

Diante de todo esse quadro de ataque aos nossos direitos por parte dos banqueiros e governos de plantão, é que se faz cada vez mais clara a necessidade de uma direção do Sindicato AUTÕNOMA para defender os nossos direitos.

Não há qualquer problema em que um dirigente sindical ou qualquer bancário tenha e defenda posições partidárias. Todos devemos ser livres para optar ou não por uma militância político-partidária, principalmente por aquelas que tenham vínculo com a defesa e a luta dos trabalhadores (as). No entanto, o partido não pode estar acima nem sobrepor-se ao interesses dos trabalhadores, quaisquer que sejam.

O problema, pois, não está necessariamente no emblema partidário de uma legenda ou outra, mas na postura com que, por exemplo, a coalizão de grupos que hoje dirige nosso Sindicato tem assumido em sua gestão.

Uma direção que hoje está profundamente atrelada aos interesses do governo e muitas vezes leniente com relação aos patrões.

Por isso, DEFENDEMOS um Sindicato AUTÔNOMO com relação aos partidos, patrões e governo.

Um Sindicato DEMOCRÁTICO, que permita que qualquer bancário (a) possa se expressar e defender suas posições, independente de coloração partidária.

Um Sindicato INDEPENDENTE, para que livre de qualquer conchavo com os patrões ou governos, seja capaz de ter altivez, firmeza e independência na defesa de nós, bancários e bancárias, de todos os bancos.

Assim, nossa CHAPA 02, não se propõe a ser uma mera analista ou crítica da realidade, mas como temos feito, ao longo destes anos, ativa nas assembléias, nas campanhas salariais e no dia-a-dia de nossa categoria, como delegados (as) sindicais ou combativos militantes em nossos locais de trabalho.

Infelizmente não temos colegas de bancos privados em nossa chapa. Isso se deve principalmente ao risco de serem demitidos. Comumente tem sido muito difícil conseguir colegas de bancos privados para participarem de chapas de oposição. Diferentemente daqueles que, por já se encontrarem na situação, e com estabilidade, participam das chapas situacionistas.

No entanto, o nosso desejo e mais do que isso, necessidade de mudança, não podem ser barrados por este tipo de situação. Ao contrário, um SINDICATO democrático deve defender a todos (as), independente da composição de sua diretoria.

Agora temos a convicção de que a composição de nossa chapa e os propósitos que defendemos apresentam profunda sintonia com a realidade de todos os bancários e desta forma podemos ser A MELHOR ALTERNATIVA para os próximos três anos de direção do nosso Sindicato.

Resgatar o ânimo daqueles (as) que deixaram o Sindicato, por desconfiança em sua direção. Pois sabemos que uma direção que deixa de representar a sua categoria, é um instrumento de divisão.

Colocar o sindicato na luta por nossos direitos. Que não tema, nem se alie aos patrões.

Capaz de ouvir a todos nós. E de ser um de nós.

O Sindicato deve se parecer com cada bancário e não dele se distanciar como tem ocorrido nos últimos anos. Isso é um Sindicato de Base, que está no nosso dia-a-dia.

Por isso, não nos atemos a críticas. Mas a cada crítica, uma proposta. Pois mais do que oposição, nos apresentamos à categoria como uma ALTERNATIVA CONCRETA daqueles e daquelas que estão dispostos a mudar de vez o nosso sindicato, colocando-o a serviço da nossa luta.

E para isso, sabemos que não faremos nada sozinhos. Da mesma forma, estamos cientes de que somos a possibilidade de unificar a categoria, em torno de lutas que nós vimos por seguidos anos serem abandonados pela atual diretoria, que dividiu nossas assembléias, suspendeu nossas greves com argumentos meramente eleitorais e segue subserviente à CONTRAF/CUT e ao governo.

Queremos inaugurar com todos vocês um NOVO CICLO, de participação, democracia, autonomia e independência de nossa categoria.

Mais do que novos nomes, idéias sinceras, propostas concretas, e a disposição de ser a VOZ DE CADA BANCÁRIO (A).

Sabemos que para isso, podemos contar com todos vocês, nossos colegas, que como nós, damos duro todos os dias nas agências e demais locais de trabalho. Algo distante hoje da atual burocracia sindical. Nosso debate será em cima de idéias e propostas, não caminharemos para a agressão, coação ou desqualificação de ordem pessoal. Também condenamos quem, a propósito de uma pedagogia do medo e do desespero, procure insinuar o acesso de alguns direitos legítimos de todos (as) e conquistas de toda a categoria, à eleição de uma determinada chapa, por meio de ilações ou qualquer outro subterfúgio que não pertença ao debate democrático e plural.

Assuma conosco estas bandeiras:

- contratação de mais bancários

- igualdade dos direitos entre novos e antigos (isonomia)

- reposição das perdas salariais

- respeito ao direito de greve

- respeito à jornada de 6 horas de trabalho

- fim do banco de horas - pagto. de 100% das horas-extra

- combate ao assédio moral e às doenças ocupacionais

- garantia do emprego - não às demissões

- Mesa dos bancos públicos em Campanha Unificada

- fortalecimento dos bancos públicos como agentes de desenvolvimento

- PISO salarial, tendo como referência o DIEESE

- PCS/PCC, capaz de recompor o poder de compra dos bancários (as).

País gasta R$ 981 milhões com LER em bancários

O Ministério da Previdência Social gastou R$ 981,4 milhões entre 2000 e 2005 para pagar o auxílio-doença a 25,08 mil bancários afastados do trabalho por doenças causadas por movimentos repetitivos. Cada um desses trabalhadores ficou um ano e meio afastado, em média, somando 14,9 milhões de dias sem trabalhar.
Essas estatísticas colocam os bancos em primeiro lugar no ranking dos Dort (Distúrbios Osteomusculares Relacionados ao Trabalho), que inclui doenças da coluna, tendinite, bursite e LER (Lesão por Esforço Repetitivo). Esses distúrbios já são a segunda maior causa de doenças entre os trabalhadores do país.
Os números explicam também por que o governo aumentou há alguns anos, de 1% para 3%, o percentual que os bancos recolhem mensalmente sobre a folha de pagamento para financiar o seguro de acidentes do trabalho, benefício pago pela Previdência Social aos trabalhadores afastados por motivo de doenças ligadas ao trabalho.
"Os casos de LER e Dort são caros para a sociedade. Será que prevenir custa R$ 39 mil por pessoa? [É preciso] que não se faça mais a socialização do custo. O empregador tem de assumir sua responsabilidade na prevenção de doenças", afirma o secretário de previdência social do ministério, Helmut Schwarzer.
De acordo com os dados da Previdência, para cada grupo de 10 mil trabalhadores, 520 bancários foram afastados por Dort entre 2000 e 2004.
Na fabricação de tênis, setor que ocupa o segundo lugar no ranking desses distúrbios, o número de trabalhadores afetados é de 392 para cada grupo de 10 mil.
Além da incidência elevada, outro dado chama a atenção no setor bancário. Entre os 25,08 mil bancários que receberam o auxílio-doença, em apenas 8.700 casos os bancos reconheceram ter havido acidente de trabalho. De acordo com Schwarzer, isso mostra a subnotificação por parte dos bancos, ou seja, em muitos casos a doença não é notificada pelas instituições financeiras.

Indenização

O presidente do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Osasco e Região, Luiz Cláudio Marcolino, explica que é bastante comum os bancos oferecerem indenização aos trabalhadores afastados em troca da notificação do acidente.
É que, de acordo com a lei, um trabalhador afastado por acidente de trabalho tem estabilidade no emprego por um ano e direito a continuar recebendo, por exemplo, o FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço). Assim, a indenização pode sair mais barata para a empresa do que a estabilidade no emprego. Os bancos negam que esses acordos sejam praxe atualmente. Segundo Magnus Ribas Apostólico, superintendente de relações trabalhistas da Febraban (Federação Brasileira dos Bancos), esse tipo de negociação ocorreu há cerca de cinco anos, mas foi desaconselhado pela entidade. "O que não podemos evitar é que o trabalhador afastado proponha um acordo para deixar o banco. Nesses casos, por iniciativa do empregado, a questão é discutida", disse Ribas. Para os bancos, as doenças por esforço repetitivo podem ter origens variadas, o que torna "muito difícil" estabelecer a vinculação entre os sintomas e o trabalho. A Febraban também afirma que há um grande número
de fraudes. "Acreditamos que antes de caracterizar essas doenças como de origem laboral seja fundamental que a perícia médica do INSS [Instituto Nacional do Seguro Social] realize uma investigação mais aprofundada (...).
Os bancos não emitiram CAT [Comunicação de Acidente de Trabalho] porque não reconhecem a origem ocupacional do afastamento" , afirma a Febraban.
Atualmente estamos vivenciando reflexo de um quadro, onde os Banqueiros sempre exploraram os Bancários nas horas ultrapassadas e não pagas, metas inatingíveis, mobiliário inadequado, aumentando a Ler/Dort que se alastra pelo Brasil à fora. Agora vem a FEBRABAN dizer que a doença não é de origem ocupacional! Onde o lucro falou mais alto durante todo esses anos, sem investir na na Ler/dort.

Movimento Luto e Luta Ação de Cidadania.
Pelo direito de não se acidentar ou adoecer no trabalho!

Nós queremos DEBATE!

Nós, da CHAPA 02, a primeira a apresentar propostas à categoria, apresentamos formalmente à Comissão Eleitoral, sexta-feira, dia 05 de junho, o que já havíamos pronunciado diante de todos (as):
Nossa solicitação para realização de DEBATE entre as chapas, para que nossos colegas possam ter mais um instrumento de acesso e contraste entre as propostas das duas chapas que participam deste pleito para a gestão do triênio 2009-2012 de nosso Sindicato.

Esperamos que, diferentemente de outras solicitações, esta seja atendida, uma vez que este tem sido um pedido reiterado de diversos colegas por onde passamos nos diversos locais de trabalho.

E que possa ser gravado para transmissão no programa de nosso Sindicato Rádio Bancários, para que nossos colegas do interior possam ter acesso.

Acreditamos desta forma estar contribuindo para abrir o processo da maneira mais democrática possível, apesar das negativas da diretoria de nosso sindicato.

Construindo uma alternativa democrática,

CHAPA 02 - AUTONOMIA, DEMOCRACIA E INDEPENDÊNCIA.
Novo Sindicato: Novas caras, Novo Jeito, Nova Política.
Porque Sindicato é pra Lutar!

sexta-feira, 5 de junho de 2009

Agora eles querem saber...

Passaram todos estes anos à frente da diretoria do Sindicato, e só agora nas eleições, a chapa que os representa, resolveu contratar uma empresa de pesquisa para saber o que nós, bancários, pensamos da sua gestão. E mais, querem saber quais são as nossas principais reivindicações.
Ah... para colocar em seu jornalzinho... para saber o que dizer para a categoria...
É a velha estratégia do marketing eleitoreiro: saber o que queremos ouvir, para dizer, independentemente de acreditar no que está sendo dito.
Isso é um atentado à nossa inteligência que nós bancários não vamos aceitar.
Esse tempo todinho, pelo menos três anos da última gestão, fora outros tantos anos que grande parte desta diretoria que aí está teve, e só agora eles querem saber o que nós pensamos.
Deveria ter eleição todo ano.
Precisou ter uma oposição, e "correrem o risco de perder", porque vão perder...
Para perguntar o que pensamos deles...
Agora eles querem saber...
E vão saber nas URNAS, dias 29, 30 de junho e 01º de julho.
VOTE CHAPA 02 - AUTONOMIA, DEMOCRACIA E INDEPENDÊNCIA

Quem "rala" é quem sabe! Reuniões de delegados sindicais mensais!

O dever de uma diretoria do Sindicato que realmente representa e, mais do que isso, quer a participação de seus associados, é o de garantir a vez e a voz de todos os membros da categoria.
Portanto, não basta fazer eleição de delegado sindical.
É preciso garantir a participação.
Por isso, diferentemente da atual diretoria do sindicato que só realiza reunião de delegado sindical esporadicamente, ou seja, quando "dá na telha"...
NÓS PROPOMOS:
- Reunião de delegados sindicais mensal:
Porque "quem rala é quem sabe por que passa!"
Somos nós que trabalhamos todos os dias os mais indicados para dizer o que está acontecendo.
E quando o sindicato está mais perto, fica mais fácil de cobrar!
Quem quer representar, precisa sempre estar por perto.

- Reuniões por local de trabalho;

- Boletim, pelo menos, mensal dos delegados sindicais, com encarte no Tribuna Bancária.

Afinal, é preciso abrir a voz e o espaço para a categoria falar e dizer o que pensa!

Porque só na campanha?

É irônico ver agora na época da campanha eleitoral os diretores do Sindicato visitarem os locais de trabalho distribuindo jornais...
Onde estavam eles durante os três anos de sua gestão?
Porque quando recebíamos o Tribuna Bancária era das mãos de um funcionário terceirizado?
E agora... como são liberados... e tem finalmente uma chapa de oposição...
Lembraram os diretores do sindicato que tinham que "trabalhar"... e "ganhar votos"...
Afinal, o Tribuna Bancária não pode mostrar as propostas das duas chapas, mas pode ser usado para enaltecer ações "maravilhosas" de nosso Sindicato.
Ações que não vemos no dia-a-dia!
Nós, bancários, não somos bobos e não vamos cair nesta cilada!
Todo mundo está demonstrando que basta.
Chega da paralisia que tomou conta do Sindicato.
Chega de "jogo de cena". Chega de teatro de mal gosto.
Dirigente sindical tem de estar presente sempre e não apenas em época de eleição!
Ou nas assembléias de greve... para fingir que luta, quando nos bastidores, negocia o rebaixamento de nossas conquistas!
ESTAMOS DE OLHO!
Por isso, dias 29, 30 de junho e 01º de julho,
Vamos votar massivamente na CHAPA 02 - AUTONOMIA, DEMOCRACIA E INDEPENDÊNCIA

Onde está o PCS e PCC do Banco do Brasil?

A direção de nosso sindicato abandonou a luta pela discussão e implantação de um novo Plano de Cargos e Salários, bem como de um novo Plano de Cargos e Comissões.
Na última campanha salarial, todos falamos disso e cobramos.
Inclusive na última assembléia do ano passado, ficou aprovado que, se dentro de um mês, quando finalizada a greve, não fosse sequer indicada data para começo do processo de discussão do PCS, faríamos nova assembléia com indicativo de greve.
O que fez a direção de nosso sindicato?
Comprometida com o governo, ignorou solenemente com desfaçatez a decisão da Assembléia, que havia sido tomada por unanimidade, inclusive com o voto deles (diretores do sindicato).
Ora, mais do que falta de democracia, isso demonstra o quanto o nosso Sindicato não está "nem aí" para nossas reivindicações e para nossos direitos.
Não podemos ficar mais três anos com uma direção que não joga a nosso favor.
Por isso, para MUDAR, contamos com você e com quem você puder conversar, passar e-mail, telefonar.
Dias 29, 30 de junho e 01º de julho, VOTE CHAPA 02 - AUTONOMIA, DEMOCRACIA E INDEPENDÊNCIA.

Transparência na gestão do Sindicato!

É impressionante como diversos colegas confirmam o que já sentíamos e, claro, fica nítido a qualquer um: A necessidade de transparência nas ações daqueles que são diretores do Sindicato.

Não dá para ficarmos sem saber como, de fato, é realmente gasto nosso dinheiro.

Como, de fato, foram gastos mais de R$ 700.000,00 na campanha salarial?

Entre outras questões.

POR ISSO, NOS PROPOMOS A:

- Divulgar mensalmente no site do sindicato nossa prestação de contas;
- Divulgar amplamente a Assembléia para aprovação dos balanços Financeiros e Patrimonial, cfe. artigo 157 de nosso Estatuto;
- Divulgar amplamente a Assembléia que aprovará Plano Orçamentário Anual, cfe. artigo 156 de nosso Estatuto.
- Disponibilizar, como deve fazer toda instituição pública, dados financeiros e patrimoniais do sindicato, para consulta de qualquer associado.
- Realizar auditoria financeira do sindicato, ao assumir a gestão, para que todos associados tomem conhecimento de como vêm sendo utilizado seus recursos.

Mais propostas da CHAPA 02 - AUTONOMIA, DEMOCRACIA E INDEPENDÊNCIA

Na nossa postagem do dia 13 de maio, já havíamos exposto uma série de propostas, aprovadas em discussão e reuniões de nossa chapa, acumuladas no debate coletivo.
Com o tempo, pretendemos apresentar outras tantas. No debate interno que segue na chapa, e a partir, sobretudo, da participação de cada colega, que nos envia e-mails para somoschapa02@gmail.com, e nas passagens nas agências e locais de trabalho.

AÇÃO SINDICAL

- Luta contra o banco de horas. Pelo justo pagamento das horas extras trabalhadas;
- Lutar por um ponto eletrônico que satisfaça o trabalhador, em todos os bancos - acompanhar caso a caso;
- Apuração, denúncia e ajuizamento de ações por parte do sindicato contra os bancos que cometerem assédio moral contra seus associados;
- Desburocratizar o sindicato, democratizando seus espaços, sua estrutura e sua informação;
- Realizar debates sobre relações de trabalho nos bancos privados;
- Realizar vsitas sistemáticas com reuniões para repasse de informações, formação e acompanhamento das relações de trabalho.

MOVIMENTOS SOCIAIS

- Apoiar e fortalecer a luta dos movimentos sindicis, sociais e associações, no que contribuir com a luta dos trabalhadores;

ESPORTE E INTEGRAÇÃO SOCIAL

- Democratizar o esporte, diversificando as modalidades, assim como incentivando e abrindo a participação às mulheres;

- Interiorização dos torneios esportivos. (Visa diminuir a discriminação que existe hoje em dia, com todos os torneios e campeonatos sendo disputados em Fortaleza.)

- Diversificação de esportes, promovendo torneios de vôlei, basquete de rua, caminhadas/corridas, passeios ciclísticos, etc.( Apenas o futebol e o futsal são contemplados hoje em dia)

- Convênios, que gerem descontos, com academias para a prática de atividades físicas e de relaxamento.

- Convênios, que gerem descontos, com agências de turismo.

- Passeios turísticos organizados pelo sindicato.

- Incentivo ao fortalecimento das Associações Atléticas.

DIVERSAS

- Realizar convênios de interesse do conjunto dos trabalhadores (as)