sábado, 27 de junho de 2009

Síntese de algumas de nossas propostas por Banco.

BANCOS PRIVADOS

· Defender luta geral para a ESTABILIDADE NO EMPREGO e mais especificamente para os bancários de bancos privados (Resolução 158 da OIT e Projetos de Lei);

· PLR de 25% do lucro líquido dividido igualmente entre todos e sem discriminação aos lesionados;

· Luta implacável contra o assédio moral com campanhas de denúncia dos bancos e dos assediadores. Realizar visitas de forma sistemática às unidades/agências para averiguar as condições e relações de trabalho e repasse de informações;

· Pelo fim das metas de vendas;

· Não à terceirização;

· Realizar nas unidades/agências palestras sobre a importância do sindicato como instrumento de luta dos trabalhadores;

· Realizar campanha de filiação específica nos bancos privados;

· Defender os trabalhadores em todos os casos de demissões, mormente aquelas sem motivação devidamente justificada – sem justa causa;

· Criar central de atendimento ao bancário pertinente às questões trabalhistas de modo a dar resposta satisfatória e em tempo hábil ao trabalhador;

· Lutar pela isonomia de tratamento a todos os bancários, tendo como referência o que é melhor, atualmente praticado;

· Acompanhar, exigir e cobrar um atendimento decente dos planos de saúde aos bancários;

· Combater o trabalho gratuito, o assédio moral e metas abusivas;

· Exigir o devido respeito aos bancários de bancos incorporados, a exemplo do BEC;

· Lutar pela reintegração dos demitidos do BEC a partir de sua privatização/incorporação ao Bradesco;

· Realizar Congresso de Funcionários dos Bancos Privados do Ceará;

· Lutar pelo direito e organização de delegado sindical nos Bancos Privados.


BANCO DO BRASIL

- Elaboração de um novo PCCS discutido com o conjunto dos funcionários, garantindo entre outras coisas o interstício de 12% a cada três anos;

- Piso salarial do DIEESE já!

- Fim do desvio de função (lateralidade) e pagamento das substituições;

- Organizar com firmeza a luta por isonomia entre todos os funcionários, fazendo valer os melhores benefícios, o melhor nível salarial, e as conquistas históricas da categoria;

- Reposição das perdas salariais desde a database de 1994, de modo escalonado até fins de 2010;

- Jornada de 06 horas para todos os funcionários;

- Fim da co-participação na CASSI. O déficit dessa última deve ser reposto pelo Banco, que foi o autor e não pelos funcionários, que são vítimas;

- Atendimento aos sábados na CASSI, principalmente visando à demanda dos colegas do interior, além da ampliação do horário de atendimento durante a semana;

- Aumentar a dotação das agências;

- Luta contra a terceirização em todos os níveis e a substituição dos mesmos por concursados;

- Banco do Brasil como indutor do fomento/desenvolvimento nacional sustentável, agente de estatização do crédito e não repassador de erário público para sanear os ativos podres da banca privada;

- Reativar a luta pela equiparação ao BACEN;

- Aumento da dotação das agências.


CAIXA ECONÔMICA

PCS (Plano de Cargos e Salários)

- não aceitação da postura discriminatória da Caixa – que exige, inclusive, a renúncia de direitos – em relação aos empregados que não querem mudar de plano no Fundo de Pensão (Reg/Replan);

- rediscutir a recomposição salarial;

- na questão dos deltas por “merecimento”, por compreendemos constituir-se um critério meramente competitivo entre os empregados, exigir a não aceitação de uma proposta que deixa 20% dos empregados sem delta.

Novo PCC (Plano de Cargos e Comissão)

- exigir, como premissa básica, o direito à jornada de 6 horas para todas as funções, sem redução de salário:

- exigir o fim do Adicional de Mercado e garantir a incorporação integral da função nos benefícios.

Funcef/Prevhab

- exigir o direito de retorno para o Reg/Replan.

Plano de Saúde Caixa

- exigir o pagamento integral dos custos do Plano Saúde Caixa, destinando um valor ilimitado de recursos.

Assédio Moral e Condições de Trabalho

- exigir o fim da política de metas e o aumento da contratação de mais empregados, aquisição de equipamentos e abertura de mais unidades com amplos espaços para atendimento aos clientes.

Jornada de trabalho

- exigir jornada de trabalho de 6 horas para todos, sem redução de salários e direitos;

- avançar na discussão da jornada de 5 horas, com criação de dois turnos de atendimento ao público.

Isonomia e Organização do Movimento

- reivindicar um índice que contemple as perdas salarias desde a criação do Plano Real; desde junho de 1994;

- desvincular a PLR da campanha salarial de setembro remetendo este assunto para negociação própria em momento posterior.

BANCO DO NORDESTE

- Negociar diretamente com o Governo Federal para romper a barreira do DEST;

- Pelo pagamento da integral da PLR sem limitador de 9% do DEST;

- PLANO DE FUNÇÕES: lutar pela jornada de 06 horas para os comissionados - conquista histórica da categoria bancária. Equiparação das comissões das agências com a Direção Geral. Amplo debate e divulgação da minuta por meio impresso;

- PLANO DE CARGOS E REMUNERAÇÃO: valor inicial do cargo igual ao salário mínimo do DIEESE no valor de R$2.074,00. Manutenção do interstício em 4%. Não a redução de direitos;

- Restabelecimento da LICENÇA-PREMIO para TODOS OS FUNCIONÁRIOS com pagamento de 100% do passivo desde a retirada do benefício;

- Combate permanente às práticas caracterizadas como assédio moral e ao trabalho gratuito no BNB - não ao banco de horas (pagamento integral das horas-extras);

- Defender que a Comissão Nacional seja democrática, plural e transparente - desatrelada da direção do banco e do governo - que proceda de forma autêntica, com autonomia e independência e com respeito a todos os segmentos atuantes no BNB;

-Eleição de delegados para o Congresso dos Funcionários do BNB em assembléia pública e não por meio de telefone como foi feito nos últimos 03 congressos.

- Cobrar do BNB uma política permanente de concurso para suprir a necessidade de pessoal, inclusive já para o ano em curso;

- Redução urgente da contribuição dos aposentados da Capef - trabalha-se com a possibilidade de contribuição em torno de 10%;
- Implantação urgente do plano de previdência - Capef - para os novos funcionários e para os “descapefados” que desejarem retornar;

- Fortalecer a luta pela democratização das gestões da Capef e da Camed através de fóruns com participação dos associados, bem como pelo fortalecimento das mesmas;

- Fortalecer a luta pela reintegração dos demitidos no governo FHC – Gestão Byron Queiroz – 2005 a fevereiro de 2003;

- Sistema transparente em todos os processos do banco, a exemplo de concorrências, comissionamentos, remoções, treinamentos, etc
- Cobrar uma política urgente para os casos de aposentados pelo INSS que são obrigados a permanecer no banco em decorrência dos baixos benefícios da Capef, bem como pela altíssima contribuição a esta (25%).

LUTA INSTITUICIONAL

- Fortalecer a luta pelo aumento do capital social do BNB

- Fortalecer a luta pela aplicação de 50% dos recursos do FNE na região do semi-árido

- Não a incorporação dos bancos regionais ou estaduais por qualquer instituição financeira
- Fortalecer a luta pelo aumento da capilaridade do banco – mais agências
- Fortalecer a luta pelo restabelecimento do cargo de Diretor representante dos funcionários na Diretoria do Banco


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